Mais mentiras sobre a televisão digital

junho 10, 2008

Na última quarta-feira, dia quatro, o trio André Vanazio, gerente técnico da RBS, João Carlos Gus, Professor da pós-graduação da Unisinos e Volfran, coordenador de computação aplicada, constituíram a palestra sobre TV Digital da Unisinos. Dentre os diversos assuntos abordados, os profissionais mediados por Pedro Osório, professor da Unisinos, trouxeram muitas informações sobre o novo campo de trabalho que está se abrindo para profissionais da televisão. Expuseram as novas tendências organizacionais que uma produtora terá que adotar para fazer parte da nova era televisiva. Salientaram com bastante veemência a particularidades das novas configurações técnicas inseridas no novo suporte midiático. Tanto para usuários quanto para profissionais.

 

André fez questão de expor as possibilidades comerciais que o novo campo de consumidores cria dentro da ótica digital televisiva. Explorar a capacidade de interação entre os consumidor e o produto, colocando a disposição do mesmo, o maior número de possibilidades na palma de sua mão. Desde a escolha final do filme até mesmo ir ao supermercado sem sair de casa. Toda essa gama de opções cria um nicho de carências tecnológicas junto aos usuários. Tendo em vista a importância de codexs de diferentes empresas para rodar vídeos e até mesmo o upgrade de hardware e diferentes tecnologias para acompanhar o desenrolar tecnológico. Durante o espaço aberto para perguntas, as dúvidas mais exploradas pelos alunos eram relacionadas a transição de Tv digital para a Analógica. Como isso irá acontecer e quais as medidas definitivas as televisões iriam tomar.

 

Vazanio fez questão de salientar a importância do conversor para a utilização de todo o potencial da nova televisão. Porém, uma informação chamou muita a atenção dos alunos presentes. André afirmou que em menos de dois anos a RBS irá desligar o seu sinal analógico. Forçando uma transição mais rápida. Mentira ou verdade, a RBS nunca dispensou uma linha de consumidores. Normalmente novas tecnologias deixaram de sucatear as anteriores para agregar mais valor a antiga. Obviamente, forçar uma transição não implica em perder dinheiro, já que essa mudança será extremamente cara para todas as televisões que terão que investir em câmeras, televisões, transmissores em HD e equipamentos de edição em finalização em Alta Definição. Os custo dessas mudanças são extremamente altos, já que uma ilha de edição e finalização praticamente triplica de preço.  

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